| |||||||||||||||
|
Sala dos Professores: Esse espaço está reservado para você, professor(a), pedagogo(a), que queira compartilhar seus projetos pedagógicos, planos de aula e tudo o mais que julgar importante colocar a disposição de seus colegas da rede municipal de ensino. Para ver seu material publicado aqui basta enviar um e-mail com o título: “Para o site da Semec”, contendo em anexo o arquivo para publicação. O endereço de e-mail se encontra no rodapé desta página.
Por hora disponibilizamos alguns artigos selecionados sobre a educação e os profissionais de ensino.
Às vezes subestimamos os conhecimentos de pessoas humildes, que por razões diversas não tiveram oportunidade de freqüentar regularmente a escola. Temos de entender que essas pessoas possuem uma cultura toda própria e conhecimentos práticos que não podemos desprezar, pois é com esse cabedal de conhecimentos que enfrentam e resolvem muitos problemas que surgem em suas vidas, muitas vezes de uma forma mais objetiva e rápida do que podemos imaginar. A questão que apresentamos foi retirada do site www.baciadasalmas.com , e era a seguinte : como poderia um matuto ( caipira ) medir a altura de uma árvore sem derruba-la ? O que a princípio parecia um problema de difícil solução foi resolvido de forma simples pela sabedoria popular. Vejamos como o maturo procedeu : Passo 1 – O caipira dá as costas para a árvore que deseja medir e começa a andar de quatro, com as pernas esticadas, olhando sempre por entre as pernas para a árvore. Passo 2 – O matuto continua se afastando na mesma posição, até o momento em que consegue enxergar entre as pernas o topo da árvore. Aí ele pára.
Passo 3 – Pronto ! Aí é só medir a distância entre ( B ), o lugar onde ele parou e ( A ), o pé do tronco da árvore. Essa distância é a altura estimada da árvore.
ALÔ PROFESSORES! QUE TAL TRABALHAR O CONTEÚDO MEDIDAS DE COMPRIMENTO , EM MATEMÁTICA , DESSA FORMA DIVERTIDA E PRÁTICA? VAMOS LÁ !
"Vós,
investigadores, não deveis confiar em autores que,
apenas pelo emprego da imaginação, se fazem
intérpretes
entre a natureza e o homem, mas somente naqueles que exercitaram seu intelecto
com os resultados
de
experimentos."
Circulam pelo menos
quatro escolas de pensamento. Há uma que afirma ser a leitura um processo
global. Aprende-se a ler frases inteiras, blocos de palavras. Ao lidar com um
assunto palpitante, tudo dá certo. Esse é o método exaltado pelos gurus e
adotado quase universalmente. Outra escola afirma que o melhor é metodicamente
aprender sons e letras. É o método fônico, neto do velho bê-á-bá. Uma
terceira seita fica entre as duas anteriores. Adota o processo fônico, mas acha
necessário contar uma história interessante, em paralelo à tarefa mecânica
de aprender a associar sons e garranchos no papel. Por último, há um grupo agnóstico,
que afirma que, não importa o método, tudo depende do professor. Cada grupo
cita seu guru favorito, e a discussão patina. Como a capacidade de
ler e entender é algo eminentemente mensurável, estamos falando de números.
Por sorte, há números em abundância. Isso porque, como os Estados Unidos e a
Inglaterra passaram por dilema semelhante, foi criado um Literacy Panel,
encarregado de juntar todas as pesquisas sérias feitas sobre o tema (veja-se
Diane McGuinness, O Ensino da Leitura, editora Artmed). Apareceram cerca
de 100.000 artigos científicos. Passando o pente-fino, sobreviveram menos de
quarenta. Pelas mesmas razões que não é necessário ser engenheiro automobilístico
para ver quem chegou em primeiro numa corrida, podemos medir qual método
alfabetiza melhor sem entender suas teorias. Os resultados são
bastante claros e se aplicam ao português – por ser também uma língua fonética.
Nem uma só pesquisa confiável mostrou vantagens para o método global. A
disputa foi entre variantes do método fônico. A combinação do fônico com
uma contextualização ou enredo não mostrou bons resultados. Ao que parece, a
historinha que acompanha o aprendizado de letras e sons desvia a atenção e
consome tempo dos alunos. É melhor primeiro aprender a ler bem e depois
dedicar-se a entender o que está escrito. Observou-se também que, quanto mais
fraco o aluno, mais o método fônico traz vantagens. Tais resultados puseram
uma pá de cal na controvérsia. Todos os países de Primeiro Mundo que haviam
abandonado os métodos fônicos voltaram a adotá-los. Faz pouco, o ministro
francês Gilles de Robien proibiu o global. As pesquisas mostram
vantagens sistemáticas para o fônico. Portanto, a hipótese dos agnósticos é
negada. De fato, se o método fosse irrelevante, tais diferenças não
existiriam. Mas os agnósticos podem ter alguma razão quando se comparam
professores que não conhecem bem nem um método nem outro. Nesse caso, as
comparações não mostram nada. Em ciência não há
conclusões definitivas ou finais. Mas, até que se refutem as conclusões do
Literacy Panel, o que sabemos hoje nos obriga a aceitar a superioridade do método
fônico. A sociedade brasileira tem o direito de fazer duas exigências aos que
recebem salário (pago pelos contribuintes) para cuidar de alfabetização. Que
superem suas cruzadas ideológicas e se ponham de acordo. Que para isso se
valham dos princípios da ciência empírico-dedutiva, que, desde Bacon, todos
os cientistas aceitam (ou seja, o que valida uma hipótese são experimentos, não
os gritos de seus defensores). Claudio de Moura Castro - Revista VEJA – 12 de março, 2008
Alto verão. Dentro da sala de aula, a turma conta os minutos para sair. Suas mentes estão dominadas por imagens de sorvetes, bicicleta, a mangueira do jardim ou a piscina do clube, o desenho animado japonês do final da tarde. Aí, a professora começa a passar a lição de casa. Ou, simplesmente indica as páginas do livro de exercícios que devem ser preenchidas até o dia seguinte. A turma toda murcha na hora.
1)Chegar
em casa, almoçar e ir fazer a lição. Isso, lógico, se conseguir
vencer a preguiça pós-refeição e o chamado da rua. Geralmente, não
se consegue. 3)A
opção que escolhíamos quando criança: fazer tudo apressadamente
no ônibus a caminho da escola ou na sala mesmo, naquele espaço de
tempo que a professora leva para atravessar a sala e dizer "bom dia".
Assim,
eles administram melhor o tempo e acabam rendendo mais. E, na possibilidade
de Brasílio
Neto - Revista
Profissão Mestre - http://www.profissaomestre.com.br/
|
| ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
|